sábado, 16 de março de 2013
CHÁ E CAFÉ
Terra
Beber chá e café diariamente previne contra AVC, diz estudo

Em dúvida sobre beber chá ou café, o melhor é consumir os dois. Um estudo publicado no jornal American Heart Association's descobriu que pessoas que ingerem uma xícara de café por dia têm 20% menos chance de ter um acidente vascular cerebral em comparação com as que evitam a bebida. Além disso, quem inclui pelo menos quatro xícaras de chá verde no cardápio diário também reduz igualmente o risco de derrame. As informações são do Daily Mail.
Pesquisadores analisaram os hábitos de consumo de quase 84 mil adultos japoneses, durante um período de 13 anos. “Este é o primeiro estudo que examina em grande escala os efeitos combinados de chá verde e café sobre os riscos de AVC”, disse Yoshiro Kokubo, líder do estudo, do Centro Nacional de Saúde Cerebral e Cardiovascular do Japão.
O relatório concluiu que a combinação de chá verde e café contribui para redução do risco de AVC. Mesmo em menor quantidade, consumir apenas o chá também ajuda a proteger contra a doença. Pessoas que bebiam entre duas e quatro xícaras por dia tinham 14% menos chance de ter um AVC.
Participantes do estudo tinham entre 45 e 74 anos e estavam livres de câncer e problemas cardiovasculares. Todos os resultados levaram em conta idade, sexo, estilo de vida, tabagismo, consumo de álcool, peso e prática de exercícios.
Embora ainda não esteja claro como o chá verde causa estes resultados, os cientistas acreditam que um composto conhecido como catequinas pode fornecer uma proteção aos vasos sanguíneos. Quanto ao café, diversos componentes da bebida são benéficos à saúde, como o ácido clorogênico e a cafeína. Isso, segundo os pesquisadores, pode reduzir o risco de AVC e diabetes do tipo 2.
“Você pode fazer uma mudança de vida pequena, mas positiva para ajudar a reduzir o risco de acidente vascular cerebral”, aconselhou Yoshiro.
Outro estudo publicado no ano passado ainda mostra que quanto mais café que você bebe, menor a probabilidade de morrer de uma série de fatores, incluindo doenças cardíacas, doenças respiratórias, diabetes e infecções.
QUEM ERAS TU.....
Oglobo
Frota de chapa branca em encontro do PT

BRASÍLIA — Apesar de ser um evento partidário, o Encontro Nacional de Mulheres Eleitas do PT teve um festival de carros oficiais transportando autoridades. No intervalo de 30 minutos, uma ministra, uma assessora especial do governo federal, uma senadora e uma prefeita chegaram ou foram embora em veículos custeados pelo poder público. O evento transcorreu durante todo o dia de ontem, em um hotel de Brasília, e prosseguirá hoje. Um dos objetivos é orientar prefeitas, vice-prefeitas e vereadoras petistas, eleitas no ano passado, a desenvolver programas federais nos municípios.
Uma das que compareceram ao evento a bordo de um carro oficial foi a ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial). Para o encontro, fechado à imprensa e organizado pelo PT, só foram convidados ministros do partido, e as participantes eram exclusivamente petistas.
— Fui convidada como ministra, então estou cumprindo a minha função. Podia ser qualquer partido — disse a ministra.
Representante da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), Paula Ravanelli, que é assessora especial da Subchefia de Assuntos Federativos, chegou em carro com o adesivo “Uso exclusivo a serviço da Presidência da República”, placa JJV 0019. Indagada sobre a pertinência da utilização do veículo naquela ocasião, ela não quis responder.
A Resolução 7 de 2002, que regula a participação de autoridades em atividades de natureza político-eleitoral, estabelece, no artigo 2º, que a autoridade pública não poderá participar de reuniões de partidos políticos durante o horário normal de expediente e veda a utilização de veículos oficiais.
Já o Código de Conduta da Alta Administração Federal, ao responder à pergunta “Pode ministro de Estado utilizar veículo oficial em todos os seus deslocamentos?”, diz que “o uso de carros oficiais por ministros de Estado é matéria tratada por normas administrativas que levam em conta a criação das condições necessárias, sobretudo de segurança, para todos os seus deslocamentos”.
A senadora Ana Rita (PT-ES), que participou da mesa “O modo petista de governar e legislar”, afirmou que estava usando carro oficial porque voltaria para o Senado para trabalhar:
— Se não, teria que vir de táxi.
Mais tarde, a assessoria de imprensa da senadora telefonou para dizer que Ana Rita usou o carro do Senado porque estava em uma atividade do mandato. Os senadores têm direito ao uso de um veículo oficial em Brasília. A cota diária de combustível é de dez litros de gasolina ou 14 litros de álcool, de segunda a sexta-feira.
Já a prefeita de Valparaíso de Goiás, cidade a 36 km de Brasília, Professora Lucimar (PT), justificou que foi ao encontro do partido no carro da prefeitura porque aproveitou a ida à capital para visitar órgãos federais e tratar de interesses de seu município:
— A gente até debateu isso ontem (anteontem) lá. Como eu vim participar de outros compromissos oficiais, vim no carro da prefeitura.
O GRITO DA SECA
Recebi um email do amigo Hugo Tavares militante permanente da luta pela água da região Potengi-Trairi.
Seguidor fiel do Mons. Expedito, a voz mais contundente e eficaz em defesa do acesso, das populações desta regiões, à água de boa qualidade e suficiente para abastecer a todos.
Transcrevo com orgulho, neste espaço, pois também lutei durante anos por estas conquistas.
Dia 22 de Março e o
“BERRO pela ÁGUA”
Hugo Tavares Dutra(*)
Esse mês de março do ano de 2013 é tempo crucial para o campo. O dia 19
é marcado pela esperança, uma vez que os
agricultores depositam todas as suas fichas em São José, para que as chuvas
cheguem. Caso chova, acontece um ano bom de inverno, o que nos revela o imaginário popular. A
meteorologia e seus técnicos dizem diferente:
nesse ano de 13, o inverno será menor
40% em relação ao ano de 2012. Independente ou não de datas e crenças
começam a ser delineadas as imagens de
uma das piores secas dos últimos 50 anos. Isso é um fato. Diante desse quadro a
sociedade Potiguar começa a se mobilizar. As instituições ligadas ao campo já
começam a botar o nariz nas veredas do sertão. A grita começa por São Paulo do
Potengi. Nesse dia 13 de março, realizou-se um ato público chamado “grito
pela água”, puxado por uma gama de instituições, como o movimento rural Arquidiocese
de Natal, FETARN, FETRAF, Movimento Água para Todos, ABRAÇO POTIGUAR
(Associação de Rádios Comunitárias), entre outros. A imprensa do estado começa
a noticiar esses movimentos. Repercutiu nas páginas do Jornal a Tribuna do
Norte, blogs, Rádios Comunitárias, etc.
Esse sentimento aparentemente tem uma conotação de ser do campo, mas não, é
urbano também. Esse movimento é uma
bandeira de cidadania fincada no solo Potiguar, ainda no século passado (XX),
através da ação espetacular do Mons. Expedito Sobral de Medeiros, Coordenador
da “Campanha Como Conviver com a Seca”, com auspícios da
Arquidiocese de Natal. O movimento das águas acontecido no início dos anos 90
foi vitorioso. Desde a sua primeira grande reunião acontecida no dia 23 de
março de 93, em Santa Cruz, que o povo
do Rio Grande do Norte sentiu e aprendeu a importância de se lutar pela causas
justas e do engrandecimento da alma humana. Nesse dia 23 de março no bronze da
história será cunhado 20 anos dessa luta.
O exemplo de
Mons. Expedito foi edificante, mesmo
passadas essas duas décadas, ele ainda está vivo, cobrando soluções para
os problemas da falta dágua em nosso
estado. Diga-se que o problema não é
falta dágua, mas sim, falta de administração dos governantes. Vejamos: a
barragem Armando Ribeiro Gonçalves alocada no município de Assú tem capacidade de armazenar 4.400.000.000m³
dágua e pra quê? Faz-se imperativo fazer a pergunta. Pra quê? Segundo
informações de entendidos no assunto somente 3% da capacidade daquele
reservatório é utilizada para algum fim: Levar água para o baixo Assú pelo canal do Pataxó, abastecer a adutora
Sertão Central Cabugí e para a
pesca, somente. A barragem Santa Cruz do Apodi:
600.000.000m³. Pra quê? A comunidade do Vale do Apodi espera pelos projetos
de irrigação e até agora nada. Existem
vários outros mananciais sem utilização nenhuma no Rio Grande do Norte.
Nesses novos tempos em que a luta do
Mons. Expedito começa a ser reeditada pelo campo e cidades, reforço a ideia de
se construir um canal com as finalidades de irrigação e abastecimento humano
para as regiões do Mato Grande e Potengi. Esse sugestão de se
construir um canal saindo do município de Itajá, interligado no canal do Pataxó, para o Pico do Cabugi em
Angicos e de lá para Serra Azul no município de Riachuelo.
Desses
dois relevos naturais a água seria ofertada por gravidade, e por sua vez o
Potengi, recebendo água para irrigação e para o consumo humano, sairia do
abastecimento que ora é feito pela
adutora Mons. Expedito, dessa forma, desafogando o abastecimento para as regiões
Agreste/Trairi, que é feito pela Loga do Bomfim em Nísia Floresta. Tenho
consciência plena que essas ideias ainda estão no nascedouro, mas tenho
convicção de que muitos corações e mentes
serão sensíveis a essas esperanças.
O problema da seca no Nordeste não é falta dágua,
e sim, falta de administração e determinação política para resolver as
agruras da estiagem.
Água no Nordeste existe em grande
quantidade. A indústria da seca é quem camufla
a sua existência franca no
nordeste brasileiro. São muitas as
adversidade, entre elas a falta do
educação do nosso povo. A CAERN e o SAAE
e todos os órgãos que ofertam água tem uma responsabilidade para com as
comunidades que são abastecidas por elas. Não basta só abastecer e mandar a
conta no final do mês. É preciso educar também, investindo na introdução de
hidrômetros nas torneiras e na formação do povo. Nas escolas essa matéria sobre
água é tímida, quase não exite nas grades curriculares. Afinal a água é para o
povo e o povo, claro, é quem a conta
paga. A presença do carro pipa é uma constatação da indústria da seca, mesmo assim, as pessoas ainda não tem consciência de
que a água é um bem findo e gastam de todo jeito. Como se diz na gíria popular
a torto e a direta.
Nesse 22 mês de março é comemorado o dia Internacional das águas. É um
ótimo dia para se refletir sobre esse bem findo
da humanidade. O dia seguinte, o dia
23, é aniversário da primeira
grande reunião acontecida em Santa Cruz. Já se foram 20 anos. Nesse dia, no ano
de 1993, o Monsenhor Expedito plantou a
semente da cidadania em defesa da água para quem tem sede e pela solidariedade
que devemos ter pelos povos pedintes de um copo dágua no Nordeste, do Brasil e
do mundo.
A obra da transposição de águas do Rio São
Francisco precisa ter solução de
continuidade. Milhares de Nordestinos serão beneficiados com a conclusão dessa
obra, que causará um impacto em torno de 20%
no combate à seca. As políticas de construção de cisternas deverão
continuar, poços tubulares, açudagem, construção de canais, barragens submersas,
irrigação, etc. A seca é um fenômeno
natural, por isso o homem deve aprender a conviver com ela. A classe política
do nosso país precisa entender melhor esse contexto e responder com atitudes permeadas de vontade política e de compromisso para com todos.
A sociedade deve se organizar mais
ainda. Nesse dia 19 de março (dia de São
José) haverá em Santa Cruz, mais um agito
da água, onde as políticas públicas
serão temas debatidos com a participação de professores, estudantes,
imprensa, escolas, universidades, sindicatos, igrejas, donas de casas,
agricultores, políticos, etc. Cada um deverá
se irmanar num grande sentimento de unidade. Os governantes deverão ter
papel fundamental nesse processo.
O
povo deverá ser o condutor de toda essa engrenagem, afinal 2014 é ano de
eleições e antes que a copa do mundo cobra todos com o seu véu, o dono da bola
ainda é o povo.
Nesse ano de 2013, em qualquer reunião
que acontecer não será preciso determinar
que “não seja servida água a ninguém” para que todos sintam o que é não ter água pra beber”.
O
tempo é inclemente. Ele mesmo anunciou.
Cabe
a nós agir e avançar.
Cada
um tem que fazer a sua parte.
Viva
Mons. Expedito Sobral de Medeiros.
(*)Pedagogo,
funcionário do IBGE,
presidente
da ABRAÇO POTIGUAR,
membro do Movimento Água Para Todos
- Um Expeditiano.
quarta-feira, 13 de março de 2013
ORIENTAÇÃO DE SEGURANÇA ???
Oglobo
Na Bahia, polícia orienta cidadão a andar com dinheiro no bolso para não irritar o ladrão

SALVADOR – Levar uma certa quantia de dinheiro no bolso para não irritar os ladrões durante os assaltos. Essa é uma das “dicas” que o site oficial da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) estava veiculando até o início da tarde desta terça-feira. A recomendação é: “carregue um pouco de dinheiro (para satisfazer o ladrão), mas poucos cartões”. A mensagem provocou forte reação na Assembleia Legislativa da Bahia, fazendo com que o governo retirasse a “dica” do site.
Mesmo assim, os deputados estaduais Carlos Gaban (DEM) e Uziel Bueno (PTC) apresentaram requerimento na Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa para convidar o secretário de Segurança, Maurício Barbosa, a falar sobre a polêmica “dica”. Os oposicionistas também querem explicações de Barbosa sobre os altos índices de violência registrados na Bahia, conforme revelado pelo recém-divulgado Mapa da Violência 2013.
Com a retirada da recomendação, ficaram as mais usuais: “depois de um assalto: não tente perseguir o ladrão, afaste-se do local, ligue rapidamente para 190 com todas as informações possíveis já organizadas, vá para a delegacia mais próxima registrar a ocorrência”.
segunda-feira, 11 de março de 2013
FAÇA O QUE EU DIGO,NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO
O Estado de S.Paulo
Ministros do TCU ganham R$ 53 mil para viagens e 'escondem' os roteiros
O Tribunal de Contas da União (TCU) blindou seus ministros da divulgação de viagens feitas com verba pública. Decisões do plenário impedem o cidadão comum de saber para onde, e com qual justificativa, as autoridades emitiram passagens aéreas bancadas pelo contribuinte. A justificativa é que informar deslocamentos pregressos, feitos nos dois últimos anos, pode trazer "risco à segurança" dos integrantes da corte.
A negativa foi dada em processos nos quais o Estado pediu, via Lei de Acesso à Informação, detalhamento das despesas com voos para "representação do cargo", ou seja, para cumprir compromissos supostamente institucionais, como palestras, solenidades, congressos e homenagens.
Por meio de uma resolução editada em 2009, os ministros do TCU asseguraram para si próprios, além de auditores, procuradores e subprocuradores do Ministério Público que atuam na corte, o direito aos bilhetes, concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a magistrados.
Segundo a norma de 2009, os integrantes do plenário teriam direito a gastar R$ 43,2 mil em voos com essa finalidade. O valor da verba foi atualizado e corrigido pelo IPCA, e, hoje, os ministros podem gastar até R$ 53 mil com viagens.
Para demais autoridades, o montante, atualizado, pode ser de R$ 26,9 mil ou R$ 17,9 mil.
Os dados completos das viagens eram fornecidos pela Secretaria de Comunicação do tribunal até 2011, mas os ministros recuaram. Com a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, em maio do ano passado, passaram a negá-los.
Constrangimento. Os despachos em resposta ao Estado dos ministros Benjamin Zymler e Raimundo Carreiro não explicam como a integridade física dos ministros pode ser ameaçada com a divulgação de viagens pregressas.
Segundo fontes do tribunal, a negativa visa a evitar constrangimento, pois é comum as autoridades usarem a verba para viajar aos Estados de origem, nos fins de semana e feriados.
O TCU só abre agora a data e o valor dos voos, mas omite os destinos e as justificativas. As tabelas enviadas ao Estado mostram que só a ministra Ana Arraes consumiu R$ 40 mil em 39 viagens em 2012. Aroldo Cedraz usou mais R$ 30 mil naquele ano e mais R$ 37 mil em 2011, em 48 deslocamentos. Por que e para onde foram é uma incógnita.
Hermético. Na prática, o tribunal tem sido, nesse aspecto, mais hermético que os órgãos que fiscaliza. No Executivo e no Legislativo federais, as mesmas informações estão disponíveis na internet, sem a necessidade de pedido por meio da Lei de Acesso à Informação.
Para Cláudio Weber Abramo, diretor executivo da organização Transparência Brasil, não há justificativa para omitir os dados. "É a posteriori. Como falar em risco meses depois de as viagens terem ocorrido? É uma justificativa cínica", critica.
Segundo Abramo, a situação é "lamentável, mas esperada" num contexto em que cabe aos ministros julgar os pedidos de acesso às próprias despesas. No TCU, essas solicitações têm tratamento diferenciado, sendo apreciadas pela Presidência, e não pela Ouvidoria, com servidores de carreira. Há a possibilidade de apenas um recurso ao colegiado de ministros - no Executivo, são quatro. "Se eles podem decidir em causa própria, vão fazê-lo", comenta Abramo.
Conforme o TCU, uma decisão sobre a divulgação das viagens será tomada no futuro, quando o tribunal classificar as informações que, em seu entendimento, podem "se revestir de sigilo". Medida idêntica foi adotada na gestão de Carlos Ayres Britto na presidência do Supremo Tribunal Federal, que protelou por meses o atendimento aos pedidos, mas foi revogada.
As normas do TCU que tratam da Lei de Acesso à Informação, porém, não dão espaço para esse tipo de manobra.
Recurso. Na análise de recurso apresentado pelo Estado, a consultoria jurídica do TCU entendeu que a presidência do tribunal descumpriu a Lei de Acesso, pois não obedeceu aos prazos e tampouco apresentou os motivos da recusa. "A lei não prevê tal hipótese de dilação indeterminada de prazo na análise dos pedidos. (...) A análise em questão deveria ter sido realizada em sua completude", diz o relatório.
O relator, Benjamin Zymler, votou para que o caso fosse reanalisado, mas foi vencido pelo ministro Carreiro, que apresentou voto contrário, seguido pela maioria. No plenário, só André Luís de Carvalho votou com Benjamin Zymler.
A abertura de outras despesas tem sido negada pelo tribunal, a exemplo dos reembolsos de despesas médicas. As agendas dos ministros não são divulgadas na internet, o que favorece a discreta atuação de lobistas nos gabinetes. Mesmo que não tenham tarja de sigilosos, os processos não podem ser consultados, exceto pelas partes. Só após o julgamento, os relatórios técnicos são apresentados ao público.
Para Cláudio Weber Abramo, a pressão da opinião pública é que poderia mudar a situação e favorecer a abertura dos dados: "(Os ministros) só reagem com a faca no pescoço".
Limite. O Tribunal de Contas da União informou, em nota, que trabalha para, "o mais breve possível", classificar as suas informações e, assim, divulgá-las "nos limites da lei".
A corte não respondeu a nenhum dos oito questionamentos do Estado, enviados na quinta-feira. "Com o advento da Lei de Acesso, ao mesmo tempo em que se passou a permitir a qualquer cidadão pleitear informações aos órgãos públicos, também exigiu-se que determinados dados fossem resguardados", justificou o tribunal.
domingo, 10 de março de 2013
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