sábado, 18 de agosto de 2012
OS EFEITOS DO JULGAMENTO DO MENSALÃO

PT cogita retirar João Paulo Cunha da prefeitura de Osasco

O PT pensa em tirar a candidatura do deputado federal João Paulo da Cunha à prefeitura de Osasco, caso ele seja condenado no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O partido considera o nome do vice da chapa, Jorge Lapas, como substituto de Cunha. As informações são do jornalO Globo.
O candidato admitiu neste sábado que não irá fugir ao debate sobre a sua participação no mensalão.
Os coordenadores de campanha avaliam que a chance de condenação do ex-presidente da Câmara aumentou depois que o ministro Joaquim Barbosa apresentou seu voto. Um aliado do parlamentar entendeu que o voto de Barbosa deu mais subsídios aos ministros que tendiam pela condenação.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
BENEFÍCIOS DO AZEITE DE OLIVA
Oglobo
Azeite de oliva tem mais benefícios do que se imagina

Os benefícios do azeite de oliva já são relativamente conhecidos. Acontece que o alimento é bom não apenas para a saúde do coração. É também fonte de vitamina E, além das A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio e aminoácidos. Faz bem, portanto, para a pele, olhos, ossos, saúde das células e função imunológica. Confira algumas curiosidades elaboradas pelo Conselho Oleícola Internacional sobre o ingrediente para a revista Shape:
- O azeite facilita a digestão e absorção de nutrientes, incluindo importantes vitaminas lipossolúveis (uma das razões das saladas livres de gordura não serem tão benéficas ao organismo);
- O azeite é naturalmente livre de colesterol, sódio e carboidratos;
- O óleo comum, não o extra-virgem, é o melhor para fritura graças à grande quantidade de ácido oléico;
- Na medicina popular, o azeite tem sido utilizado para diversas funções como reduzir dores musculares e ressacas, além de servir de laxante e ser afrodisíaco e sedativo;
- Os óleos de oliva não penetram os alimentos, então os que são fritos neste produto são menos gordurosos do que os feitos por outros tipos;
- Quando armazenado em local fresco e escuro, o azeite pode se manter conservado por dois anos ou mais;
- 98% da produção mundial de azeite vem de apenas 17 países;
- A azeitona é composta de 18 a 28% de óleo;
- Cerca de 75% deste óleo é o ácido graxo cis-monoinácidosaturados, ou ácido oléico
ESTRESSE DIMINUI O CÉREBRO
Oglobo
Pesquisadores de Yale mostram como estresse diminui o cérebro
Depressão e estresse crônico podem causar a perda de volume do cérebro, uma condição que contribui para insuficiências emocionais e cognitivas. Pesquisadores de Yale, em artigo publicado no jornal Nature Medicine, descobriram um dos motivos para isso ocorrer. Trata-se de uma espécie de interruptor genético que desencadeia a diminuição de conexões entre os neurônios.
As descobertas mostram que o interruptor reprime a expressão de genes necessários para a formação de conexões sinápticas entre células do cérebro, que por sua vez contribui para a perda de massa cerebral no córtex pré-frontal.
— Nós quisemos testar a tese de que o estresse causa a perta de sinapses cerebrais em humanos — disse o professor de neurobiologia e farmacologia Ronald Duman. — Mostramos então que circuitos normalmente envolvidos com a emoção, assim como a cognição, são interrompidos quando esta espécie de interruptor é ativado.
A equipe de pesquisadores analisou tecidos de pacientes deprimidos e não deprimidos doados de um banco de cérebros e procuraram diferentes padrões de genes. Os de deprimidos exibiram baixas taças de expressão nos genes necessários para o funcionamento e estruturas das sinapses. Autor principal do estudo, H.J. Kang descobriu que ao menos cinco destes poderiam ser regulados por um simples fator chamado GATA1. Quando ativado, os roedores que serviam de cobaias mostraram sintormas de depressão, sugerindo que tal fator tem um papel importante não apenas na perda de conexões entre neurônios, mas também nos sintomas da doença.
Duman acredita que as variações genéticas do GATA1 podem ajudar a identificar pessoas com risco alto de entrar em depressão ou muita sensibilidade para o estresse.
— Esperamos que estabelendo as conexões sinápticas consigamos desenvolver terapias mais eficientes.
A HORA DA VERDADE
Radar Econômico
Para ‘The Economist’, Dilma vive sua ‘hora da verdade’

A revista britânica The Economist publicou uma ampla reportagem sobre a economia brasileira na edição que acaba de sair. Dividida em três textos, o introdutório tem o título “Hora da verdade para Dilma”.
Para o semanário, o governo está em um momento de mudança, passando de uma política de impulsionar a demanda do consumidor – de cortes pontuais de impostos, com efeito de curto prazo, e redução de juros – para uma de longo prazo, com foco no investimento e “privatização da infraestrutura”.
Nessa fase de transição, o governo tenta conter gastos públicos para poder reduzir a carga tributária e, consequentemente, o chamado “custo Brasil”. Mas enfrenta uma greve que atinge quase metade do funcionalismo público federal e é encampada pela Central Única dos Trabalhadores, definida pela revista como “um grupo poderoso de sindicatos com fortes laços como PT”.
Em nenhum momento a reportagem diz com todas as letras, mas, nas entrelinhas, pode-se interpretar a mensagem de que, para a publicação, chegou o momento de a presidente mostrar de que lado está: se está disposta a ceder aos grevistas e ter que rever os planos de redução dos gastos públicos ou se vai ser dura e manter a linha de corte (ou diminuição do ritmo de aumento) das despesas .
Ao final de um dos textos, a revista diz: “Pressões sobre o orçamento podem significar que eles (os movimentos do governo para uma política de longo prazo) irão por água abaixo ou sofrerão atraso. Os empresários brasileiros devem ter esperança de que a senhora Roussef mantenha a calma”.
No texto introdutório, a conclusão é até mais direta: “Restaurar o crescimento e a competitivide das empresas brasileiras combatendo o ganacioso Leviatã em Brasília é a melhor forma de ela conseguir um segundo mandato”.
Todo esse quadro descrito pela Economist pode ser lido na foto acima, de Dida Sampaio, da Agência Estado, tirada ontem (quarta-feira, 15), mostrando a presidente no meio de uma briga. No telão, Dilma apresenta parte do seu plano de “choque de capitalismo” a empresários. Ao fundo, grevistas protestam.
Gastos públicos
A Economist publicou dois gráficos sobre a economia brasileira. Um deles mostra que os gastos públicos crescem muito mais rápido que o PIB desde pelo menos 1995. Outro indica que metade das despesas é com pensões e 15%, com salários. Isso quer dizer que qualquer tentantiva de corte será marginal, ou então de longo prazo.
Olimpíada
O terceiro texto da Economist sobre o Brasil na edição atual fala da Olimpíada no Rio. Não traz muitas novidades para quem já acompanha as notícias sobre os preparativos para os jogos esportivos no Brasil. Mas tem um final curioso, com a conclusão de que, mesmo que o País não consiga se organizar direito, existe ao menos uma certeza, a de que “o Rio terá uma ótima festa, como acontece todo ano no Carnaval ou no Ano Novo”.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A ISENÇÃO DE ZÉ VANILDO
José Vanildo presidente da federação Norte-Riograndense de Futebol, tem se esforçado para que o América continue jogando em Goianinha, na segunda fase do campeonato brasileiro da série B.
Zé Vanildo, como é mais conhecido, é abecedista convicto, mas está dando exemplo de isenção e lisura, na direção da FNF, em particular, no caso do América.
Acredito que o América jogará o restante do campeonato em Goianinha e que todas as dificuldades serão superadas pela direção do clube e o apoio da federação. Será muito bom para a torcida americana e para o futebol do RN.
VITAMINA C

Uso da vitamina C recupera rigidez facial após perda de peso
Em mulheres com flacidez leve, que perderam até 10 kg, o resultado é ainda mais animador. “O aspecto da pele melhora bastante, fica firme e o método ainda previne possíveis linhas de expressão”, afirma Marília Gonçalves, esteticista do Zahra SPA & Estética, de São Paulo. Para ter a vivacidade da cútis de volta é preciso fazer dez sessões, uma por semana. Depois disso, mantê-las mensalmente. A aplicação custa, em média, R$ 90 e pode ser aliada a outras terapias estéticas.
Mesmo sem ter perdido alguns quilos na balança, mulheres com mais de 25 anos podem fazer o tratamento para prevenir o envelhecimento cutâneo. “É importante a preocupação com a perda de elasticidade, porque quanto mais cedo for a prevenção, melhor será a cútis na maturidade”, finaliza Lidiane.
MAROLINHA CHEGANDO
O Estado de S. Paulo
Protesto obriga presidente Dilma a deixar Palácio pelos fundos

Oito representantes de aposentados do INSS de 27 estados foram recebidos, no Palácio do Planalto, por José Lopes Feijó, assessor especial do ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, depois de passarem mais de duas horas protestando em frente ao Planalto e fechando o trânsito no local, ao lado de inúmeras categorias de grevistas. Os aposentados do INSS querem 7,38% e o fim do fator previdenciário. A imensa manifestação que tomou conta do local e vai permanecer durante toda a noite desta quarta, obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pelos fundos.
CHOQUE DE GESTÃO
O Estado de S. Paulo
Prazo vai depender de choque de gestão
SÃO PAULO/RIO - Para cumprir o cronograma estabelecido nesta quarta-feira, durante o lançamento do pacote de concessão, o governo federal terá de promover um choque radical na gestão dos projetos. Ainda assim, será difícil obedecer aos prazos. Entre o anúncio de uma concessão e a assinatura do contrato são gastos - num cálculo otimista - 21 meses, segundo dados da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).
Isso significaria concluir o processo em maio de 2014, último ano do mandato da presidente Dilma Rousseff. Sendo bastante eficiente, daria para reduzir o prazo para 15 meses - ou seja, novembro do ano que vem.
Só para a elaboração de estudos, projetos e modelagem do negócio levam-se oito meses. Depois disso, é preciso fazer audiências públicas, ter o aval do Tribunal de Contas da União (TCU) e lançar o edital.
As últimas experiências na área de concessão não dão motivo a otimismo. A segunda rodada de licitações, promovida em 2007, demorou mais de quatro anos para ser concluída, lembra o presidente da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR), Moacyr Servilha Duarte.
Segundo ele, a primeira fase da terceira etapa também sofreu do mesmo mal. Começou com seis lotes e hoje tem dois trechos (BR-040 e BR-116, em Minas), incluídos no pacote lançado ontem. O processo foi atrasado por divergência entre a agência reguladora (ANTT) e o TCU, que não concordava com os estudos.
"O governo federal não tem tido eficiência para executar seus planos. Há uma burocracia difícil de ser superada", afirma o professor de economia da FGV-SP, Arthur Barrionuevo. Além disso, destaca ele, o governo precisa dizer como vai tirar todos os projetos anunciados do papel. Há uma série de dúvidas que ainda precisam ser esclarecidas. "A iniciativa privada tem interesse, mas ela quer saber quais os detalhes do programa."
No caso das concessões rodoviárias, uma das alterações é a autorização da cobrança de pedágio só depois que a concessionária realizar 10% das obras de duplicação. Segundo uma fonte do mercado, que prefere não se identificar, essa medida também depende da melhoria de eficiência do Estado. Se o governo federal atrasar a publicação do decreto de utilidade pública das terras, como ocorreu em algumas concessões rodoviárias, todo o cronograma fica comprometido, pois não se consegue obter a licença ambiental, destaca a fonte. Portanto, é preciso saber como será a regra.
Apesar de o governo anunciar a concessão de 7,5 mil quilômetros de rodovias, os estudos de viabilidade econômica só foram autorizados no dia 6 de agosto. "Isso significa que algum trecho anunciado ontem pode não ser vantajoso para o investidor privado. Na terceira rodada, por exemplo, a BR-101, na Bahia (que foi incluída na quarta rodada), foi retirada por não ser viável economicamente", destaca Duarte, da ABCR.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A ESCOLA NO BRASIL
O Estado de S. Paulo
Escolas particulares não atingem meta do Ideb
No ensino médio da rede particular, 60% dos Estados do País não atingiram a nota mínima esperado pelo governo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Para piorar, dois terços dos 20 Estados avaliados em 2009 apresentaram queda ou mantiveram a mesma média no levantamento divulgado nesta terça-feira, 14.
No ensino fundamental, a situação é menos preocupante. No ciclo de 1.ª a 4.ª série, 33% não atingiram a meta e apenas dois Estados tiveram queda de rendimento. Já entre os alunos de 5.ª a 8.ª série, metade das escolas avaliadas melhorou sua média.
Para especialistas, os números do ensino médio são frustrantes pelo fato de não refletir as vantagem que os alunos da rede privada têm em relação aos que estudam em escolas públicas.
A professora Silvia Colello, da Faculdade de Educação da USP, aponta que a falta de investimentos na atualização dos professores ajuda a explicar o mau desempenho. “As escolas particulares estão em um momento difícil de assegurar clientela e garantir a qualidade que demanda. Cobram mensalidades altas, mas funcionam como empresa e não valorizam o professor”, afirma.
CAMPANHA EM PAU DOS FERROS
Gaudêncio Torquato
Um burrinho baixinho
José Fernandes de Melo, médico, ex-deputado estadual por diversas legislaturas no RN, ex-prefeito de Pau dos Ferros, principal cidade do extremo oeste, fazia suas campanhas à base de receitas médicas e muita verve. Por onde passava, costumava fazer uma brincadeira com os eleitores. Por ocasião de sua última eleição para prefeito, nos meados da década de 80, comemorando a vitória numa festa no meio do povo, foi insistentemente abordado por uma eleitora, que lhe pedia um burrinho para ajudá-la nas tarefas da roça.
O prefeito não perdeu a chance de fazer mais uma de suas brincadeiras. "Que tipo de burrinho a senhora quer ? Pode ser um burrinho baixinho, meio gordo, um pouco velho" ? A mulher respondeu : "pode ser, sim, doutor José". E ele : "pode ser um burrinho que dá muito coice quando chegam perto dele" ? Resposta : pode, sim. O médico, ligeiro, dobrou-se, mãos e joelhos no chão, e arrematou : "pois está aqui ele, dona Maria, pode montar". A mulher, encabulada, sob as gargalhadas do povo, saiu de fininho.
(Zé Fernandes, casado com minha irmã, Lindalva Torquato Fernandes - já falecidos-, que foi deputada estadual, prefeita de Pau dos Ferros e ministra do Tribunal de Contas do Estado)
terça-feira, 14 de agosto de 2012
ELEIÇÕES 2012 - CEARÁ MIRIM
Ontem (13) resolvi atender ao convite de uma grande amigo e fui ver de perto a movimentação do PMDB-15 em Ceará Mirim.
Antes do início do movimento, conversei com pessoas na rua e senti o anseio e o desejo do povo daquela cidade, com a volta de Edinólia Melo, para a prefeitura.
Seguindo o exemplo de Natal, talvez pela proximidade, o povo não quer mais arriscar votar em candidato que não conhecem o trabalho como administrador municipal.
E o que se diz nas ruas de Ceará Mirim, é que depois da grande transformação que o governo de Edinólia fez na cidade, veio o caos da administração de Antônio Peixoto.
Fiquei impressionado com a movimentação calorosa que vi nas ruas, ao contrário da frieza que se vê em Natal.
Uma carreata enorme trilhou as ruas de Ceará Mirim ontem e pelo semblante e pela acolhida do povo dá pra ver que Edinólia Melo será a futura prefeita da cidade a partir de Janeiro de 2013.
Edinólia: "Não gosto de fazer discurso,gosto de trabalhar."
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
BRAZIL RIDICULOUS
Colaborção ORF.
Forbes ironiza preços da Chrysler no Brasil e quem busca status em carro caro
Um jornalista da versão online da revista americana Forbes, especializada em finanças e muito conhecida por compilar listas das maiores fortunas do mundo, escreveu um artigo em que ataca o preço excessivo cobrado no Brasil por modelos da Chrysler. Especificamente, citou o Jeep Grand Cherokee, já à venda no país, e antecipou crítica ao futuro preço do Dodge Durango, que só deve ser mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro.
Jeep e Dodge são marcas do grupo Chrysler, hoje controlado pela Fiat.
"Alguém pode imaginar que pagar US$ 80 mil por um Jeep Grand Cherokee significa que ele vem equipado com grades folheadas a ouro e asas. Mas no Brasil esse é o preço de um básico".
É assim, em tradução literal, que começa o texto de Kenneth Rapoza, jornalista que cobre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) para a Forbes. O título original é "Brazil's ridiculous $80,000 Jeep Grand Cherokee", que, vertido ao pé da letra, fica "O Jeep Grand Cherokee brasileiro de ridículos US$ 80 mil". O termo ridiculous, quando usado em frases construídas assim, serve para sublinhar o exagero daquilo a que se refere (no caso, o preço), em vez de simplesmente significar "ridículo". Mas a crítica continua duríssima.
Rapoza centra sua argumentação nos modelos da Chrysler e não comenta, por exemplo, que mesmo os carros fabricados no Brasil também são relativamente caros. O jornalista aponta os culpados de sempre pelos preços inflados (ele prevê o Durango a R$ 190 mil): impostos sobre importados e outras taxas aplicáveis a produtos industriais. "Com os R$ 179 mil que paga por um único Grand Cherokee, um brasileiro poderia comprar três, se vivesse em Miami", escreve Rapoza. O valor é o da versão Laredo; a Limited custa R$ 204,9 mil.
Mas a questão principal, para ele, é mostrar que o brasileiro que gasta esse dinheiro todo num modelo Jeep não deveria acreditar que está comprando um produto que lhe dê status. "Sorry, Brazukas" (sic), escreve Rapoza. "Não há status em comprar Toyota Corolla, Honda Civic, Jeep Cherokee ou Dodge Durango; não se deixe enganar pelo preço cobrado".
O jornalista acrescenta que "um professor de escola primária pública no Bronx [bairro de Nova York]" pode comprar um Grand Cherokee pouco rodado, enquanto no Brasil trata-se de carro de bacana. A citação de Civic e Corolla é importante porque, nos Estados Unidos, estes são considerados carros baratos, de entrada -- mas no Brasil, mesmo fabricados localmente, custam mais de R$ 60 mil (cerca de US$ 30 mil).
SE É CARO, É MELHOR
O que Kenneth Rapoza diz, no fundo, é que o consumidor brasileiro confunde preço alto com qualidade, e/ou atribui status a qualquer coisa que seja cara. O jornalista reconhece que vê esse "valor de imagem" em carros de Audi, BMW, Mercedes-Benz e grifes esportivas italianas, mas jamais em modelos do grupo Chrysler.
Essa tese é explicada exaustivamente por Rapoza nas respostas aos comentários de leitores, que, até a publicação desta reportagem, eram 88 -- muitos deles postados por pessoas usando nomes brasileiros.
Ali, o próprio Rapoza arrisca algumas palavras em português. Em seu perfil no site da Forbes, o jornalista relata que cobriu o país "pré-Lula e pós-Lula", sendo que nos últimos cinco anos trabalhou como correspondente aqui para o Wall Street Journal e a agência Dow Jones. Agora está baseado em Nova York.
RIO 2016
Agora é a vez do Rio.

No momento em que os holofotes se voltam de Londres para a próxima sede olímpica, o Rio se esforça para mostrar que as obras estão no prazo. Mas a longa lista de obrigações que a cidade tem até 2016 faz quatro anos parecerem curtos.
FACEBOOK NO AR
Folha Paulistana
Agora Juiz suspende decisão de tirar do ar o Facebook

O juiz da 13º Zona Eleitoral de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch, suspendeu neste sábado (11) as sanções impostas ao Facebook por descumprimento da legislação eleitoral.
Em sua decisão, Schuch alega que os representantes da rede social no Brasil mostraram-se dispostos “em colaborar com a Justiça Eleitoral” para construir ferramentas que evitem a utilização da rede social em uso indevido e fora das regras previstas pela Justiça Eleitoral.
Luiz Felipe Schuch disse ainda que a decisão de tirar o Facebook do ar por 24 horas, em caráter liminar, tomada na última sexta-feira (10), “não tem ou teve por objetivo o cerceamento de manifestaçöes de usuários sobre outros temas que não ofensivos ou violadores da legislação eleitoral”.
domingo, 12 de agosto de 2012
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